Agropará premia hoje os melhores de 2018

Redação Por: Redação

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Publicado em 27/11/2018 10:39h

Agropará premia hoje os melhores de 2018

Foto: Irene Almeida/Diário do Pará

A grande festa do “Oscar” do agronegócio paraense tem um palco especial, hoje à noite, na sede da Federação das Indústrias do Estado (Fiepa), com a realização da 4ª edição do Prêmio Agropará, que evidencia, destaca e premia as personalidades do campo que mais se destacam ao longo do ano em 18 categorias, divididas em produção pecuária e agricultura. São 51 pessoas no páreo.

Um dos momentos mais importantes da festa será a premiação de Técnico Destaque em Agronegócios no Pará 2018 para o engenheiro agrônomo Marcel do Nascimento Botelho, 47, reitor da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e doutor em Gestão Educacional e Desenvolvimento Local. Ele atua na mesma área do seu doutorado, é professor universitário e ministra aulas nos cursos de Agronomia, Zootecnia, Engenharia Florestal e de Pesca, e Medicina Veterinária, que dão sustentação ao setor agropecuário no Pará e na Amazônia.

Segundo Marcel, o Pará é o Estado que tem o maior potencial agropecuário do Brasil. “Temos uma localização geográfica privilegiada estando perto de todos os portos do mundo. Além disso temos uma área plana onde se pode plantar qualquer coisa, água e luz em abundância e uma temperatura equilibrada, permitindo o cultivo no ano inteiro”.

O técnico destaque ressalta ainda que a Revista Agropará tem uma função primordial: valorizar empresários e profissionais que atuam na área do agronegócio em todo o Estado. “Isso é importante para desmistificar o conceito geral que a sociedade tem que quem atua no setor apenas desmata e degrada o meio ambiente. Isso não é verdade. O setor contribui decisivamente para a segurança alimentar e ambiental”, disse.

Botellho dedicou o prêmio que receberá hoje a toda a comunidade acadêmica da Ufra. “Não é apenas um reconhecimento pessoal, mas principalmente um reconhecimento à universidade a qual eu represento”, ressaltou.

Crescimento do setor só aumenta a cada ano

Os concorrentes são indicados pelas entidades e instituições do setor que mais cresceram em sua atuação este ano. A premiação, junto com a revista Agropará, movimentaram o mercado em 2015, quando passou a valorizar o trabalho do homem do campo e sua importância para economia do Estado. “Apenas estar entre os indicados na quarta edição do evento já é considerado um privilégio, já que a premiação é considerada a maior do Norte e Nordeste do Brasil”, destacou Guilherme Minsssen, zootecnista e consultor da Revista Agropará.

A edição deste ano terá representantes de todas as regiões do Estado, um diferencial em relação às premiações anteriores e que demonstra a diversidade do agronegócio paraense. Outro detalhe é o novo perfil da produção local, que começa a ampliar para outras áreas com pouca ou nenhuma tradição em determinadas atividades do agronegócio. “O último mapa dos produtores nos mostra uma migração da produção. Já tem búfalo em Parauapebas, a citricultura chegou ao Baixo Amazonas, assim como a ovinocultura na zona bragantina”, detalha.

Jader Filho, diretor-presidente do DIÁRIO, lembra que o agronegócio é um setor que com muita dificuldade conseguiu resistir à crise econômica que afetou o país nos últimos anos. Ele destaca que muitas regiões do país e até aqui mesmo a força do setor ainda é desconhecida. “Por isso em 2015 criamos a revista e viabilizamos esse prêmio para mostrar o quanto a agricultura agrega e fortalece a nossa economia, gerando muitos empregos e renda. Será um dia de festa e de valorização a esse segmento tão importante”, ressaltou.

Os critérios

Cada categoria entra em um critério de avaliação, como produtividade, tecnologia, boas práticas, geração de empregos, gestão e importância para a produção local e outras características para determinados segmentos.

Fonte: Luiz Flávio/Diário do Pará

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