MPF investiga situação de obras abandonadas de escolas e posto de saúde em São João da Ponta

Redação Por: Redação

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Publicado em 14/12/2018 18:28h

MPF investiga situação de obras abandonadas de escolas e posto de saúde em São João da Ponta

Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) investiga o abandono de obras no município de São João da Ponta, nordeste do Pará. A atual gestão responsabiliza a administração anterior e garante não ter recursos para dar continuidade a todas as obras.

Na cidade, uma creche orçada em mais de R$ 600 mil começou a ser construída em 2011 e deveria atender pelo menos 400 crianças de até 5 anos, mas sete anos depois, a obra está incabada e parada. Uma outra escola para atender estudantes do ensino fundamental, que teve obra avaliada em R$ 900 milm também está abandonada e com estrutura quase encoberta pelo mato.

Construída com recursos federais, a escola tinha a inauguração prevista para dezembro de 2016. Atualmente, o prédio é alvo constante de usuários de drogas, vândalos e ladrões. A quadro poliesportiva era um investimento de R$ 500 mil, mas tem apenas um muro inacabado.

Os alunos estudam na antiga Escola Municipal Antônia Rosa, que sofre com a superlotação. A Prefeitura diz que mesmo quando a nova escola for entregue ainda serão necessárias a construção de mais seis salas para resolver o problema de lotação.

Zona rural

Na vila Deolândia, zona rural do município, um investimento de R$ 244 mil resultou apenas em paredes, uma cobertura e duas salas de aula.

Já na vila Porto Grande, a unidade de saúde ficou pela metade. Seriam atendidas pelo menos cinco comunidades agrícolas de São João da Ponta, mas segundo moradores, os trabalhos pararam há pelo menos quatro anos.

Os recursos para a construção do posto começaram a ser liberados em 2013. O primeiro aporte foi de R$ 81,6 mil. Em 2016, um segundo aporte de R$ 244,8 mil, quando 60% da obra foi considerada concluída.

Sobre o posto de saúde, o município informou que pretende investir recursos próprios para concluir a etapa da fachada para conseguir que o Governo Federal libere o restante da verba.

 

Fonte: G1 PA

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